segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Alain Delon e o gato de três patas.












Alain Fabien Maurice Marcel Delon (Alain Delon), nasceu em Sceaux, Hauts de Seine, em 8 de novembro de 1935. Um grande ator conhecido do cinema francês e mundial, ícone do cinema europeu da década de 60-70, detentor do prêmio Cesar, sendo ícone masculino Europeu dos anos 60 e, dizem as mulheres que mais entendem do assunto, ainda hoje Alain Delon é belo.

Alain Delon, cidadão suíço há vários anos e residente num cantão de Genebra , disse: "Eu sou completamente a favor da iniciativa que prevê a introdução de advogados defensores dos animais em cada cantão da Confederação Suíça e é necessário entender que se alguém é capaz de torturar um cão ou um animal, ele é capaz de torturar um ser humano". Disse mais ainda: "Os animais têm o direito de defesa", acrescentando "... causar sofrimento aos animais é pior do que ser um animal. O animal é esse que mal faz "

O ator franco-suíço diz que sente um amor incondicional para com os animais e demonstra o fato de que ele é capaz de alugar um helicóptero para resgatar um gato.

Esta é uma das razões da sua longa amizade com Brigitte Bardot, uma vez que ambos professam ​​os mesmos sentimentos para com o mundo animal. O ator, muitas vezes se comunica com Brigitte, como ela sempre pede-lhe para ajudar e ele está sempre pronto. Em 2012, os dois atores atuaram para que o prefeito de Kharkiv, no leste da cidade Ucrânia, parasse com a matança de cães abandonados.

Alain Delon confessa: "Sempre vivi cercado por cães de grande porte e até trouxe mastins tibetanos da França. Neste momento, tenho quatro cães e um gato, dois cães da Sibéria, um pastor, uma cruz e um gato que tem apenas três pernas". 

A história deste gato de três patas aconteceu quando a esposa e os filhos de Delon estavam num veterinário e o encontraram por lá. O gato havia sido atropelado e estava em péssimas condições; uma das patas quase fora cortada completamente. 
Os filhos de Delon chamaram-no e em seguida lá foi ele com um helicóptero levar o gato a um veterinário de confiança em Paris que fez os procedimentos adequados, mas infelizmente teve que amputar - com segurança - uma das patas. 

Alain Delon tem seu próprio cemitério de animais, onde também construiu uma capela e expressou seu desejo de ser enterrado lá.






Alain Delon e os animais:


domingo, 13 de novembro de 2016

Doença renal em gatos





Doença renal, pelo maior especialista em gatos do Brasil

Consulta com o Dr. Valdo Reche é o sonho de consumo de boa parte dos gateiros de São Paulo ― quem não souber por que dê uma olhada no currículo do homem



Definição e tipos

Trata-se de uma anormalidade estrutural e/ou funcional nos rins, que deixam de filtrar e eliminar as toxinas produzidas pelo organismo do animal. Há dois tipos de doença renal: a genética transmissível, comum nos persas e maine coons, e a adquirida, decorrente do envelhecimento natural.

Classificação

- Estágio 1: o bicho não apresenta sintomas e a alteração estrutural dos rins costuma ser um achado.

- Estágio 2: com creatinina de 1,6 a 2,8 mg/dL, compreende a maior parte dos felinos. Eles podem ter sintomas sutis, que o tutor dificilmente percebe ― tomam mais água do que o normal, urinam mais e comem menos.

- Estágio 3: com creatinina de 2,9 a 5 mg/dL, os sintomas já são visíveis. O animal perde peso e toma ainda mais água.

- Estágio 4: com creatinina maior que 5 mg/dL, surgem a anorexia, os vômitos e a halitose, embora o bicho possa ficar assintomático por um tempão. A doença evolui até a falência renal, fase terminal.

Embora os estágios 1 e 2 acompanhem um gato de aparência normal, seus rins já perderam bastante a capacidade de filtração (e dois terços dos néfrons).

Diagnóstico

Para detectar o estágio da doença, o veterinário deve submeter o animal a um exame clínico, pedir os laboratoriais de rotina (urina e hemograma) e não descartar o de imagem, porque cerca de 70% dos felinos apresentam cálculo nos rins ou ureteres.

Tratamento

- Estágio 1: evite a desidratação, que diminui a perfusão dos rins, estimulando a ingestão de ração úmida ― para reduzir o risco de rejeição, por causa da textura, acostume o bichano antes de completar 1 ano. Se não for possível, peito de peru e atum em água e sal substituem o sachê.

- Estágios 2 a 4: além de evitar a desidratação, pode ser preciso tratar também proteinura (perda excessiva de proteínas pela urina), hipertensão arterial sistêmica, hiperparatireoidismo secundário, hipopotassemia e doenças concomitantes, como anemia.

A dieta com restrição proteica (e de fósforo), para não sobrecarregar os rins, deve acompanhar os níveis de albumina. Ração terapêutica aumenta a expectativa de vida, mas não adianta iniciar na crise, quando o animal está nauseado. Durante as duas primeiras semanas, é melhor que ele coma qualquer coisa, para não aumentar a produção de toxinas urêmicas.

Fluidoterapia (soro) só funciona se o bicho desidratar, já que dilui a creatinina e mascara a evolução da doença ― o excesso também agrava os casos de hipopotassemia e hipertensão (e cerca de 60% dos gatos têm hipertensão). Vale acrescentar vitaminas hidrossolúveis, principalmente as do complexo B.

Prevenção

Estimule o bichano a beber água. Use potes grandes (eles não gostam de encostar os bigodes nas bordas), coloque uma pedrinha de gelo no calor, substitua a torneira pelo bebedouro elétrico ― animal que tem esse hábito fica sem beber nada quando os tutores estão fora de casa, aumentando o risco de problemas urinários.

Importante!

- Creatinina é um índice mais confiável do que ureia, pois sofre menos influência da dieta.
- Gatos idosos apresentam queda nessa taxa porque começam a perder massa muscular ― não significa um bom resultado.
- Doença renal tende a provocar gastrite, já que o bicho acaba comendo menos por causa da náusea, e halitose, fazendo muitos tutores suspeitarem de problema bucal. E a anestesia para a limpeza dentária diminui ainda mais a perfusão dos rins.
- É preciso saber em que momento iniciar a restrição proteica. Felinos jovens (até dois anos) podem ter uma expectativa de vida longa com a ração terapêutica e desnutrição proteica.
- Ração urinária não equivale à renal! Ela é mais gostosa porque tem mais proteína, o que piora a doença.
- Outros agravantes são hipotensão, uso de fármacos (anti-inflamatórios não esteroidais) e obstrução ureteral por cálculos.
- O tratamento deve focar sempre na qualidade de vida do animal, não na quantidade de dias.

sábado, 12 de novembro de 2016

Gato passa 1 ano esperando dona em sepultura





por Folha Vitória








Especialistas em animais dizem que, embora os gatos possam parecer frios e distantes as vezes, eles podem realmente ficar de luto após a morte de um proprietário






Um ano se passou desde que o proprietário deste gato faleceu, mas Kittie como é conhecido não deixou o túmulo de sua velha senhora desde então. Um outro senhor residente na Indonésia, foi o primeiro a ouvir os gritos de ”luto” do gato perante a sepultura e tentou ajuda-lo, mas isso não funcionou – no dia seguinte o felino estava na sepultura do seu dono como de costume. As únicas vezes que ela deixava o local era quando ia para a casa do seu antigo proprietário onde se alimentava. Estranhos também davam-lhe comida e água, mas o gato nunca queria nada, só queria rolar na terra e dormir no túmulo todas as noites.


“Ela dorme lá e faz uns miados estranhos”, disse uma moradora local. “É muito triste ver, isso mostra apenas como animais podem ficar tão próximos de seus proprietários”.



Especialistas em animais dizem que, embora os gatos possam parecer frios e distantes as vezes, eles podem realmente ficar de luto após a morte de um proprietário. Felinos podem ficar ansiosos, perder o interesse no mundo exterior, e em alguns casos graves, pode ser necessário chamar um veterinário para dar medicação ao animal.














sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Munchkin o gato anão





Munchkin é uma raça de gatos conhecida como "Basset Hound felino", pois suas pernas têm um terço do tamanho de uma perna normal de gato.





É dócil, sociável e amável. É ativo como outros gatos, mas não salta tão alto devido à pequena altura das suas pernas. O físico pode ser tanto de pelo longo quanto curto. O seu pelo pode ser ainda de várias cores.



É comum vê-lo apoiado sobre as patas de trás como um hamster.






O Munchkin é uma raça de gato relativamente recente, que tem como característica mais marcante as patas curtas em relação à altura, o que faz com seja frequentemente comparada aos cães da raça Basset Hound. Embora haja documentação a respeito das raças de gatos de patas curtas desde os anos 40, a raça Munchkin foi aceita oficialmente pelas associações internacionais somente à partir dos anos 90.
História da raça Munchkin

Gatos de pernas curtas foram documentados diversas vezes ao redor do mundo desde os anos 1940. Um relatório datado do ano de 1944 observou quatro gerações de gatos de pernas curtas semelhantes em todos os aspectos aos gatos normais, com exceção do comprimento das patas. Essa linhagem de gatos de patas curtas desapareceram durante a Segunda Grande Guerra, mas outros gatos de pernas curtas foram vistos já em 1956 na Rússia e em 1970 nos Estados Unidos.

O público em geral tomou conhecimento da raça Munchkin através da transmissão pela TV da exposição de gatos promovida pela Associação Internacional do Gato (TICA), que foi realizada no Madison Square Garden, em Nova Iorque no ano de 1991.





Descrição e aparência da raça Munchkin

O Munchkin é descrito como um gato dócil, de temperamento extrovertido, amável, inteligente e bem humorado. Proprietários e criadores da raça descrevem o Munchkin como um gato tranquilo, não suscetível a problemas particulares de saúde, e ideal para a vida em ambientes internos ou casas pequenas localizadas em áreas urbanas. Trata-se de um gato de pequeno à médio porte, de pelagem felpuda, macia, e comprimento médio. Devido ao uso de outras raças para cruzamento, o Munchkin apresenta características semelhantes a qualquer outro gato domestico. Os exemplares machos da raça pesam entre 3 e 4 kg e são geralmente um pouco maiores do que as fêmeas. Outra característica desta raça é que as patas traseiras podem ser um pouco maiores do que as dianteiras, o que faz do Munchkin um gato com aparência singular.

Também há uma variedade de pelo longo, que é apresentado nas exposições de beleza em uma categoria diferente, chamada de Munchkin Longhair, ou Munchkin de Pelo Longo. A variedade de pelo curto apresenta um pelo felpudo de tamanho médio, enquanto os exemplares de pelo longo tem um pelo semi-longo bastante sedoso. A pelagem do gato Munchkin pode apresentar todos os padrões e cores.


Fontes: 
blogdogato.com.br
oversodoinverso.com / Wikipedia


terça-feira, 8 de novembro de 2016

A gata que prevê quando sua dona terá taquicardia.





por Guilherme de Souza(Hypescience.com)






Maria Gillon tem 13 anos e sofre de taquicardia ventricular: seu ritmo cardíaco sobe a níveis perigosos, acima de 120 batidas por minuto (o normal é 60), causando dor severa e colocando a vida da menina em risco. Maria e sua família, contudo, podem contar com uma aliada pouco convencional: Perla, sua gata de estimação. Perla é uma pequena gata negra que, ao contrário das perigosas lendas, lhe dá muita sorte.


“Se Maria tem um episódio, que pode durar mais de 40 minutos e que causa tanta dor que a impede de falar ou se mover, Perla vai até meu quarto e pula sobre mim ou morde meus dedos até eu acordar”, conta Adele Gillon, mãe da jovem. “Perla fica junto com Maria até o episódio passar ou até a chegada da equipe médica”.



Perla foi adotada quando era apenas um filhote de oito semanas. Hoje, com três anos, é parte da família – e já salvou a vida de sua dona várias vezes. 


Mas essa relação entre Maria e Perla, foi colocado em risco , quando Perla veio para casa com sangramento na boca e com um olho inchado depois de ser atingida por um carro.



Perla foi levada para o hospital PDSA PetAid Edimburgo, onde ela foi tratada com sucesso e voltou curada para casa..


No Edimburgo PetAid o veterinário Andrew Hogg realizou a operação em que partes quebradas da mandíbula de Perla foram cirurgicamente ligados entre si, alguns dentes foram removidos.


Ele disse: "Perla parecia uma verdadeira bagunça quando ela veio me ver, ela teve várias lesões na cabeça".


"Enquanto Perla esteve conosco, ela se tornou a favorita com a equipe.Apesar de seus ferimentos ela permaneceu firme e ganhou mais admiradores com a sua personalidade"


"O que Perla faz para Maria é maravilhoso. Nós muitas vezes não temos a oportunidade de conhecer esses gatos inteligentes e é maravilhoso que nós fomos capazes de reunir Perla e Maria; para que Perla possa continuar a ser uma companheira inseparável para ela. "


Adele acrescentou: "Eu sou muito grato a PDSA por tudo o que fez por nós".


"Eu tinha preparado Maria para o pior, mas quando PDSA ligou para dizer que tinha operado com sucesso nós ficamos radiantes. Estamos convencidos de que a PDSA realizou milagres para salvar Perla naquela noite".


Esse não é o primeiro nem o único caso de um animal de estimação que salvou o dono. Um deles é o do casal Rick e Jennifer Chap, de Orlando (EUA): Rick teve um ataque cardíaco, e o gato de estimação deles, Buddy, ficou extremamente agitado, alertando Jennifer, que conseguiu ajuda médica a tempo de salvar o marido.


Fontes: Hypescience, dailymail.co.uk